quarta-feira, 30 de junho de 2010

Jornal do Terra, entrevista de Roberto Romano a Maria Lins. 30/07/2010.


    1. 17h35 DEM age de forma imperial para impor vice, diz analista

CONVITE.

ACADEMIA CAMPINEIRA DE LETRAS E ARTES.

ENTREGA DA MEDALHA SAMUEL LISMAN 2010

A Academia Campineira de Letras e Artes convida para a cerimônia de entrega das medalhas Samuel Lisman 2010 a se realizar na sua sede
à rua Dr. Mascarenhas n 412
às 15:30 hs do próximo dia 03/07/2010,
ocasião em que serão homenageados o Ex.mo Rev.mo Sr. Arcebispo Metropolitano de Campinas
Dom Bruno Gamberini como personalidade das artes
e o Prof. Roberto Romano como personalidade destacada
nas letras.
A cerimônia será abrilhantada pelo Coral da Cúria Metropolitana.



No Blog de Marta Bellini, um texto belíssimo e...amaríssimo.

Ui!



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O xixi do revisor Por José de Arimathéia, Londrina, UEL
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Há 21 anos faço revisões de textos acadêmicos. Comecei com colegas de turma da Comunicação, que vinham em casa desesperadas com a orientadora que mandava fazer "tudo de novo". Depois, foram colegas da turma seguinte, de repente professores, um conta ao outro, então de outro Departamento, outra Universidade, outra cidade, outro estado... e duas décadas se foram.

Alguns anos atrás, parei com tudo. Ou quase. Parei com as correções de trabalhos monográficos, porque estavam cada vez pior, cada vez mais mal escritos. Ou eu cobrava no mínimo o dobro, porque quase tinha que reescrever parágrafos inteiros - e eu não escrevo, eu corrijo - e aí inflacionaria o mercado, ou abandonava a atividade. Abandonei. Corrijo quando sou orientador, membro de banca de avaliação, ou excepcionalmente algum outro material, como a revista Discursos Fotográficos.

Neste trabalho de revisor, tenho o cuidado de manter, até onde é possível, o estilo original do autor. Por exemplo: diferentemente de mim, há quem não goste de usar frases entre travessões. Ou expressões entre parênteses. Há os que usam sempre o verbo no presente. Ao identificar detalhes como estes, tento preservá-los, e não inserir tais elementos estranhos.

Apesar deste cuidado, algum autor pode pensar que teve seu texto mutilado, distorcido, violentado. Só uma vez soube de uma reclamação. Mas a autora escreve tão mal que não foi possível preservar seu "estilo". Porém ela exigiu desfazer tudo, e o editor, em respeito à autoridade acadêmica da fulana, acatou.

Quando, porém, estou no lado oposto, submetendo um texto meu à apreciação de um parecerista, já notei que costumo brigar. Não aceito pacificamente todas as correções. De um lado, há aquelas regras capesianas - obrigatoriedade de citações, etc. Mas aqui me refiro às correções textuais mesmo.

Peguemos o exemplo mais recente. Ainda não sei se o artigo será publicado, mas saberei nos próximos dias. O/A parecerista corrigiu meu texto e enfiou palavras completamente estranhas ao meu estilo. Alguém já me viu usar a palavra "conquanto" em algum trabalho? E "cujo" ou "cuja"? O termo está praticamente abolido do uso comum. Quem diz "conquanto"? Quem fala em "cujo o"?

O artigo corrigido também trazia verbos na primeira pessoa do singular: "Cabe-me explicar...". Meu Deus! Eu prego contra a primeira pessoa do singular. É pedantismo. A não ser num relato pessoal, evito sistematicamente.

E para provar que parecerista também falha (eu falho!), havia no texto corrigido um "diminui-lo", assim, sem acento no hiato. Em compensação, pôs um hífen onde não havia necessidade. Isso sem falar em ênclises quando havia partículas atratoras para transformá-las em próclises. E até aquele "se" desnecessário, como "sem se pensar em cada habilidade...". Notei ainda que o/a parecerista gosta de voz passiva. Vê-se que não deve ser jornalista. Discordei ainda de alguns usos do infinitivo pessoal - um tempo verbal que só confunde, mas precisamos dele de vez em quando.

Ah, sim, o/a parecerista também não entendeu algumas elipses (bem óbvias, a meu ver) e - pasme! - não sabe que "extrapolar" significa "ir além de".

O pior de tudo, sem dúvida, são aquelas famosas correções "seis por meia dúzia".

Logicamente, isto me fez refletir: será que eu sou chato assim? Será que também pensam que eu corrijo trocando 6 por meia dúzia? Eu chamo estas correções de "xixi do revisor". Sabe quando um animal faz xixi para marcar território, deixar sua marca, avisar os outros que ele é o dono da área? Gatos, cachorros, suricatos, muitas espécies fazem isso. O orientador, o membro da banca. O parecerista. O revisor. Há aqueles que precisam fazer o seu xixi nos textos dos outros, caso contrário não dormem em paz.

A Doutorite pode causar esta compulsão diurética. Imagino que a Síndrome Capesiana também. E ai se o autor coitado - ou coitado autor, lembraria Brás Cubas - for um simples aluno, ou não for um professor notável, ou não pertencer a uma Universidade renomada. Aí a diurese revisora pode se transformar em verdadeira incontinência.
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É do Zé a boa expressão DURA CAPES SED CAPES!

It´s about nothing.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

De volta ao blog e de volta ao "lar".

Well,well, well.... Estava sem vontade de escrever no blog, talvez esteja um pouco relutante em aceitar que “aqui é o meu lugar”, embora nunca aceite de fato isto, mas tenho que me conformar.
Falando nisto, esqueci como é aborrecido e perigoso este país durante copa do mundo e jogos do Brasil. Detesto a seleção brasileira desde sempre, por inúmeros motivos, não suporto os jogadores de futebol em geral, principalmente os selecionáveis, vivem na Europa e financiam o crime no Brasil, vide o caso do goleiro Júlio César que comprovadamente comprou 15 fuzis AR-15 para traficantes cariocas, transação confirmada em escutas telefônicas do traficante, mas nada aconteceu com Júlio, ao invés do xilindró, foi para Milão. Robinho idem, ligações comprovadas com traficantes de Santos, também escapou e foi para Madri e quem mora em Campinas sabe bem as peripécias de Luis Fabiano com os traficantes do bairro São Fernando. Isto sem mencionar o caso de tantos outros que já vestiram a camisa da seleção e possuem ligações com traficantes como Romário e Adriano, este último também escapou para Roma.

Mas o que me irrita mesmo é a imbecilidade coletiva que acompanha a seleção, o ufanismo insuportável, o dia útil que se torna inútil por conta do jogo e a imprudência pós-jogo. Quando você tem o azar de encarar o trânsito pós-jogo do Brasil cruzará com vários motoristas visivelmente embriagados buzinando e cometendo as maiores barbaridades no trânsito.

Por azar tive que dirigir depois do último jogo do Brasil, porém já passavam das 20:00h. A primeira coisa que notei é que sinal vermelho e placas de pare não existem para jovens e adultos bêbados buzinando e berrando Brasil de seus carros, isto de um jogo que já havia terminado há quase 3 horas. Quase bateram em meu carro duas vezes, mas o flagrante mais absurdo ocorreu no cruzamento da avenida Moraes Salles, uma das principais da cidade, quando uma jovem dirigindo um Corolla prateado com suas amigas, atravessaram o sinal vermelho, a jovem que estava ao lado da motorista não contente estava com metade do corpo para fora do veículo e atirou a lata vazia de cerveja que estava em sua mão, tudo isto ao som de gritos histéricos e buzinadas bem na frente de uma viatura da polícia militar que estava parada no canteiro da avenida com dois policiais com cara de enfadados fora da viatura com seus braços cruzados que sequer esboçaram reação. Pelo comportamento dos guardas esta deveria ser uma cena comum naquele dia e eles sequer estavam se importando, deveriam estar mais preocupados em ficar zangados porque não podiam comemorar como as garotas do que fazer o seu trabalho. Sorte que consegui brecar o meu carro e não vinha ninguém atrás, pois ao cruzar o sinal vermelho ela praticamente jogou seu carro sobre o meu. Se estivesse acima de 60 km/h teria batido o veículo.
Anotei a placa e o número da viatura com meu celular, cheguei em casa e depois de ligar para vários números passados pelo 190 consegui falar com uma atendente que anota este tipo de denúncia. Como resposta obtive: “Vamos averiguar a denúncia, tenha uma boa noite”. Tradução: “Não faremos coisa alguma, dane-se!

Correio Popular de Campinas

Publicada em 30/6/2010


Miséria política brasileira



“Uma cena ocorrida na semana passada na Assembléia Legislativa do Paraná mostrou como os políticos profissionais se relacionam com a política teórica. O deputado Rafael Greca (PMDB) citou em plenário o Barão de Montesquieu, o principal teórico da divisão dos poderes, um dos homens que viabilizaram, em última instância, a existência de Legislativos fortes. Jocelito Canto (PTB) respondeu dizendo que não sabia de quem se tratava. Acabou chamando Montesquieu de Moscão, meio na base da brincadeira” (Gazeta do Povo, jornal de Curitiba, 27/06/2010). O companheiro paranaense do Correio Popular colheu uma pérola das mais brilhantes no mundo político. Depois que Luiz Inácio da Silva elogiou ditadores e ditaduras, lascou um “emprenhei a galega” em pleno comício na cidade de Porto Alegre e sussurrou ao prefeito de Pelotas que sua urbe exportava, vocês sabem, “heterodoxos sexuais”, o Brasil caiu na gandaia. Agora sabemos que, para legislar e governar não é preciso conhecer a história do direito e da legislação. E viva o filósofo Moscão! Tal pensador representa uma parcela muito significativa dos nossos legisladores.

Dá para entender a causa de tanta desfaçatez corrupta, impunidade, arrogância dos políticos. Elas se baseiam na beata ignorância. Parcela considerável de políticos não sabe o que faz, literalmente. Daí seguimos para o privilégio de foro, para os atos secretos do Senado, para as notas nas roupas íntimas (íntimas?), nas bolsas e nos bolsos (também nas meias, em todo lugar imaginável), para a perda do Estado democrático de direito. E voamos para a saúde em frangalhos (menos, claro, na propaganda oficial e oficiosa), para a insegurança mais do que sinistra, para as escolas que não ensinam e universidades que não formam. Políticos ignaros são eleitos, praticam atos corruptos com recursos públicos e bênçãos do eleitor. Vivemos sob o signo da hipocrisia coletiva: é possível fazer um desafio aos moralistas de fancaria que rebolam os olhos, os ombros e os quadris ao lamentar a roubalheira em grande parte do Executivo ou Legislativo, dos municípios à federação. Desafio: em quem eles, moralistas, votam? No deputado e senador que trazem obras para sua região, ou nos candidatos íntegros? Não é preciso responder: a maioria esmagadora vota em quem carrega obras para a sua cidade. E todos sabem que, para conseguir tal feito, o mesmo político é obrigado a abandonar qualquer pretensão ética, moral, religiosa etc. Com a concentração dos impostos no governo federal, chegam as verbas apenas quando se negocia apoio ao mesmo governo. “É dando que se recebe”. Insisto: todos sabem que a “negociação” é imperativa. Daí a hipocrisia quando alguém brada: “eles são corruptos”. Não, caros concidadãos: o país é vendido, no atacado e no varejo, a preço vil. E poucos escapam da corrupção endêmica.

“Estranho povo, o ateniense”, parafraseio Platão que assim falava pela boca de Sócrates. “Na hora de se construir uma casa, contratam o melhor arquiteto. Quando precisam fabricar navios, escolhem o artesão exímio. Para tudo buscam o melhor técnico. Quando se trata de fazer leis e governar... contratam qualquer um”. Estranho povo, o brasileiro. Aqui, dizer que Montesquieu é Moscão torna-se engraçado quando, na verdade, exibe profunda miséria espiritual. E depois, na hora das chuvas e das mortes por afogamento, o mesmo povo ergue as mãos para os céus, pede ou ameaça o ser divino. Este, como também dizia Platão, não tem culpa pelos nossos erros. Tragédia não é a chuva que desgraça Alagoas ou Santa Catarina. Tragédia é sermos um povo que confia seu destino político a pessoas que deliberadamente desconhecem a lei e se espojam na ignorância. Deixemos de mentiras: aceitemos nosso quinhão no descalabro de nossa fingida república. Não senhores: quando são eleitos corruptos e ignorantes notórios, a culpa é de toda a cidadania. Diz Santo Agostinho: “Deus não precisa de nossa mentira”. Você acha certo que legisladores ignorem o modo de fazer leis, a história do direito, sejam “espertos e populares”? Então pague impostos que não têm retorno. E pare de fingir indignação!


Correio Popular de Campinas

Publicada em 30/6/2010


Miséria política brasileira



“Uma cena ocorrida na semana passada na Assembléia Legislativa do Paraná mostrou como os políticos profissionais se relacionam com a política teórica. O deputado Rafael Greca (PMDB) citou em plenário o Barão de Montesquieu, o principal teórico da divisão dos poderes, um dos homens que viabilizaram, em última instância, a existência de Legislativos fortes. Jocelito Canto (PTB) respondeu dizendo que não sabia de quem se tratava. Acabou chamando Montesquieu de Moscão, meio na base da brincadeira” (Gazeta do Povo, jornal de Curitiba, 27/06/2010). O companheiro paranaense do Correio Popular colheu uma pérola das mais brilhantes no mundo político. Depois que Luiz Inácio da Silva elogiou ditadores e ditaduras, lascou um “emprenhei a galega” em pleno comício na cidade de Porto Alegre e sussurrou ao prefeito de Pelotas que sua urbe exportava, vocês sabem, “heterodoxos sexuais”, o Brasil caiu na gandaia. Agora sabemos que, para legislar e governar não é preciso conhecer a história do direito e da legislação. E viva o filósofo Moscão! Tal pensador representa uma parcela muito significativa dos nossos legisladores.

Dá para entender a causa de tanta desfaçatez corrupta, impunidade, arrogância dos políticos. Elas se baseiam na beata ignorância. Parcela considerável de políticos não sabe o que faz, literalmente. Daí seguimos para o privilégio de foro, para os atos secretos do Senado, para as notas nas roupas íntimas (íntimas?), nas bolsas e nos bolsos (também nas meias, em todo lugar imaginável), para a perda do Estado democrático de direito. E voamos para a saúde em frangalhos (menos, claro, na propaganda oficial e oficiosa), para a insegurança mais do que sinistra, para as escolas que não ensinam e universidades que não formam. Políticos ignaros são eleitos, praticam atos corruptos com recursos públicos e bênçãos do eleitor. Vivemos sob o signo da hipocrisia coletiva: é possível fazer um desafio aos moralistas de fancaria que rebolam os olhos, os ombros e os quadris ao lamentar a roubalheira em grande parte do Executivo ou Legislativo, dos municípios à federação. Desafio: em quem eles, moralistas, votam? No deputado e senador que trazem obras para sua região, ou nos candidatos íntegros? Não é preciso responder: a maioria esmagadora vota em quem carrega obras para a sua cidade. E todos sabem que, para conseguir tal feito, o mesmo político é obrigado a abandonar qualquer pretensão ética, moral, religiosa etc. Com a concentração dos impostos no governo federal, chegam as verbas apenas quando se negocia apoio ao mesmo governo. “É dando que se recebe”. Insisto: todos sabem que a “negociação” é imperativa. Daí a hipocrisia quando alguém brada: “eles são corruptos”. Não, caros concidadãos: o país é vendido, no atacado e no varejo, a preço vil. E poucos escapam da corrupção endêmica.

“Estranho povo, o ateniense”, parafraseio Platão que assim falava pela boca de Sócrates. “Na hora de se construir uma casa, contratam o melhor arquiteto. Quando precisam fabricar navios, escolhem o artesão exímio. Para tudo buscam o melhor técnico. Quando se trata de fazer leis e governar... contratam qualquer um”. Estranho povo, o brasileiro. Aqui, dizer que Montesquieu é Moscão torna-se engraçado quando, na verdade, exibe profunda miséria espiritual. E depois, na hora das chuvas e das mortes por afogamento, o mesmo povo ergue as mãos para os céus, pede ou ameaça o ser divino. Este, como também dizia Platão, não tem culpa pelos nossos erros. Tragédia não é a chuva que desgraça Alagoas ou Santa Catarina. Tragédia é sermos um povo que confia seu destino político a pessoas que deliberadamente desconhecem a lei e se espojam na ignorância. Deixemos de mentiras: aceitemos nosso quinhão no descalabro de nossa fingida república. Não senhores: quando são eleitos corruptos e ignorantes notórios, a culpa é de toda a cidadania. Diz Santo Agostinho: “Deus não precisa de nossa mentira”. Você acha certo que legisladores ignorem o modo de fazer leis, a história do direito, sejam “espertos e populares”? Então pague impostos que não têm retorno. E pare de fingir indignação!

terça-feira, 29 de junho de 2010

De Rerum Natura...e uma pista muito interessante!

terça-feira, 29 de Junho de 2010

“CÓDIGO DE PLATÃO”

Os grandes autores do passado continuam a estimular análises que surpreendem pela sua capacidade inventiva.

Segundo uma teoria acabada de apresentar por um historiador da ciência da Universidade de Manchester, Platão, o grande pensador ateniense da época de ouro da filosofia grega, teria inscrito nas suas obras um código de leitura de matriz pitagórica.

Para mais pormenores sobre este Código de Platão, veja aqui e aqui.

Delfim Leão



Science historian cracks "the Plato code"

Source: Mnchester (6-28-10)

A science historian at The University of Manchester has cracked “The Plato Code” – the long disputed secret messages hidden in the great philosopher’s writings.

Plato was the Einstein of Greece’s Golden Age and his work founded Western culture and science. Dr Jay Kennedy’s findings are set to revolutionise the history of the origins of Western thought.

Dr Kennedy, whose findings are published in the leading US journal Apeiron, reveals that Plato used a regular pattern of symbols, inherited from the ancient followers of Pythagoras, to give his books a musical structure. A century earlier, Pythagoras had declared that the planets and stars made an inaudible music, a ‘harmony of the spheres’. Plato imitated this hidden music in his books.

The hidden codes show that Plato anticipated the Scientific Revolution 2,000 years before Isaac Newton, discovering its most important idea – the book of nature is written in the language of mathematics. The decoded messages also open up a surprising way to unite science and religion. The awe and beauty we feel in nature, Plato says, shows that it is divine; discovering the scientific order of nature is getting closer to God. This could transform today’s culture wars between science and religion....

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Science historian cracks "the Plato code"

28 Jun 2010

A science historian at The University of Manchester has cracked “The Plato Code” – the long disputed secret messages hidden in the great philosopher’s writings.

Papyrus bookscroll

Plato was the Einstein of Greece’s Golden Age and his work founded Western culture and science. Dr Jay Kennedy’s findings are set to revolutionise the history of the origins of Western thought.

Dr Kennedy, whose findings are published in the leading US journal Apeiron, reveals that Plato used a regular pattern of symbols, inherited from the ancient followers of Pythagoras, to give his books a musical structure. A century earlier, Pythagoras had declared that the planets and stars made an inaudible music, a ‘harmony of the spheres’. Plato imitated this hidden music in his books.

The hidden codes show that Plato anticipated the Scientific Revolution 2,000 years before Isaac Newton, discovering its most important idea – the book of nature is written in the language of mathematics. The decoded messages also open up a surprising way to unite science and religion. The awe and beauty we feel in nature, Plato says, shows that it is divine; discovering the scientific order of nature is getting closer to God. This could transform today’s culture wars between science and religion.

“Plato’s books played a major role in founding Western culture but they are mysterious and end in riddles,” Dr Kennedy, at Manchester’s Faculty of Life Sciences explains.

“In antiquity, many of his followers said the books contained hidden layers of meaning and secret codes, but this was rejected by modern scholars.

“It is a long and exciting story, but basically I cracked the code. I have shown rigorously that the books do contain codes and symbols and that unraveling them reveals the hidden philosophy of Plato.

“This is a true discovery, not simply reinterpretation.”

This will transform the early history of Western thought, and especially the histories of ancient science, mathematics, music, and philosophy.

Dr Kennedy spent five years studying Plato’s writing and found that in his best-known work the Republic he placed clusters of words related to music after each twelfth of the text – at one-twelfth, two-twelfths, etc. This regular pattern represented the twelve notes of a Greek musical scale. Some notes were harmonic, others dissonant. At the locations of the harmonic notes he described sounds associated with love or laughter, while the locations of dissonant notes were marked with screeching sounds or war or death. This musical code was key to cracking Plato’s entire symbolic system.

Dr Kennedy, a researcher in the Centre for the History of Science, Technology and Medicine, says: “As we read his books, our emotions follow the ups and downs of a musical scale. Plato plays his readers like musical instruments.”

However Plato did not design his secret patterns purely for pleasure – it was for his own safety. Plato's ideas were a dangerous threat to Greek religion. He said that mathematical laws and not the gods controlled the universe. Plato's own teacher had been executed for heresy. Secrecy was normal in ancient times, especially for esoteric and religious knowledge, but for Plato it was a matter of life and death. Encoding his ideas in secret patterns was the only way to be safe.

Plato led a dramatic and fascinating life. Born four centuries before Christ, when Sparta defeated plague-ravaged Athens, he wrote 30 books and founded the world’s first university, called the Academy. He was a feminist, allowing women to study at the Academy, the first great defender of romantic love (as opposed to marriages arranged for political or financial reasons) and defended homosexuality in his books. In addition, he was captured by pirates and sold into slavery before being ransomed by friends.

Dr Kennedy explains: “Plato’s importance cannot be overstated. He shifted humanity from a warrior society to a wisdom society. Today our heroes are Einstein and Shakespeare – and not knights in shining armour – because of him.”

Over the years Dr Kennedy carefully peeled back layer after symbolic layer, sharing each step in lectures in Manchester and with experts in the UK and US.

He recalls: “There was no Rosetta Stone. To announce a result like this I needed rigorous, independent proofs based on crystal-clear evidence.

“The result was amazing – it was like opening a tomb and finding new set of gospels written by Jesus Christ himself.

“Plato is smiling. He sent us a time capsule.”

Dr Kennedy’s findings are not only surprising and important; they overthrow conventional wisdom on Plato. Modern historians have always denied that there were codes; now Dr Kennedy has proved otherwise.

He adds: “This is the beginning of something big. It will take a generation to work out the implications. All 2,000 pages contain undetected symbols.”

Notes for editors

The paper ‘Plato’s forms, Pythagorean Mathematics, and Stichometry’ is available.

Plato quoted:

“Be kind, for everyone you meet is fighting a hard battle.”

“If women are expected to do the same work as men, we must teach them the same things.”

“Ignorance: the root of all evil.”

“Only the dead have seen the end of war.”

“The price good men pay for indifference to publiuc affairs is to be ruled by evil men.”

“Wise men talk because they have something to say; fools, because they have to say something.”

Jay Kennedy:

Dr Jay Kennedy has degrees from Princeton and Stanford. He worked at the University of Notre Dame and Cambridge University before moving to the Centre for the History of Science, Technology, and Medicine at the University of Manchester. Before becoming a teacher, he worked on the oil rigs in the Gulf of Mexico, in Tokyo as a translator, and in Baghdad at the National Computer Centre.

For more information, a copy of the paper or an interview with Dr Jay Kennedy, contact Media Relations Officer Mikaela Sitford on 0161 275 2111, 07768 980942 or Mikaela.Sitford@manchester.ac.uk. Also visit http://personalpages.manchester.ac.uk/staff/jay.kennedy/


Pode não ser uma boa charge, mas é uma bela música.
Trecho do filme "the man who knew too much" do Hitchcock, com a própria e com James Stewart.
P.S: The man who knew too much, acaso não teria sido o Celso Daniel ?

Bem dito ! E como é bendito...

Brickmann & Associados Comunicação - B&A - 29/06/2010 - www.brickmann.com.br




Ricos, belos, chiques, de esquerda - Coluna Carlos Brickmann

Coluna de quarta-feira, 30 de junho

Lily Marinho, viúva do empresário Roberto Marinho, magnata maior das comunicações no país, oferece um jantar em sua lendária casa do Cosme Velho, Rio de Janeiro, à candidata Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores, para apresentá-la à nata da sociedade fluminense.

Abílio Diniz, proprietário do Grupo Pão de Açúcar, magnata maior do varejo no país, ofereceu um chá da tarde à candidata Dilma Rousseff, para apresentá-la à nata da sociedade paulista. O convite foi feito por sua esposa.

Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, cargo que os franceses costumam chamar de "patrão dos patrões", sai para governador pelo Partido Socialista Brasileiro, legenda pela qual se engaja na campanha presidencial da candidata Dilma Rousseff.

Estará o empresariado fechado com Dilma?

O Blog da Dilma, palavra oficial da campanha da candidata Dilma Rousseff, diz que não: "(...) um consórcio empresarial (...) formado por Febraban, Fiesp, construtoras, cafeicultores e empresários de mídia comprou o FHC Futebol Clube". Mas não foi Serra, principal adversário de Dilma, o convidado para os eventos, nem é por ele que luta o presidente licenciado da Fiesp. Também não é para Marina Silva que as elites voltam seus holofotes.

Talvez o mundo tenha mudado. Mas este colunista é do tempo em que os empresários jamais investiam em nada sem saber que o retorno seria gordo.

Ricardo, nosso guia

Ricardo Sérgio Mendes: este é o nome de um grande jornalista. Por mais de 40 anos fez a cobertura da Assembleia Legislativa para o Estadão. Ninguém, como ele, conhecia o regimento interno da Casa e as manobras parlamentares. Ricardo nunca se preocupou em ler o noticiário sobre leis trabalhistas, nada disso. Ele só queria saber a opinião da Fiesp sobre o tema. Se a Fiesp fosse a favor, ele era contra: a medida obviamente seria boa para os empresários e ruim para os assalariados - como ele. Se a Fiesp fosse contra, ele era a favor. Um sábio.

Marta Bellini. Recado ao Santiago, de quem passou mais de ano na cadeia da ditadura: "nem na prisão!".

terça-feira, 29 de junho de 2010

Serra será?

Fotoarte: não sei quem fez. Não me lembro!

Conversando hoje com o Santiago, do Gazeta Maringaense, ouvi dele:
- Sempre a direita disse que a esquerda só se unia na prisão. E, agora, o que dizer do Zé Serra e os DEMos?

- Ah, a turma também briga!

E assim segue a "comunidade acadêmica".

Busca:
Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo - S. Sind.





data base



linha direta


















17 de maio de 2010





Periódico eletrônico internacional publica retratação e acusa de plágio o grupo de Andreimar e Suely Vilela

O periódico eletrônico Biochemical Pharmacology, que publicou, em 2008, artigo acusado de plágio, acaba de publicar a retratação, reconhecendo a procedência das denúncias. O artigo em questão é assinado por um grupo de pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto liderado pelo professor Andreimar Soares e do qual faz parte a professora Suely Vilela, então reitora da USP. O caso foi publicado, em primeira mão, pela edição 296 do Informativo Adusp.

O artigo do grupo de Andreimar reproduz três imagens colhidas em microscópio eletrônico idênticas às que constam de outro artigo, publicado em 2003 na revista Antimicrobial Agents and Chemotherapy (v. 47, nº 6), por Angela Hampshire Lopes e seu grupo da UFRJ. Certas passagens do artigo de 2008 são quase integralmente copiadas do artigo de 2003, não havendo qualquer referência ao trabalho anterior e aos seus autores.

De acordo com Biochemical Pharmacology, “os autores plagiaram figuras transmitidas por microscópio eletrônico publicadas por outros em Antimicrobial Agents and Chemotherapy, 47 (2003) 1895–1901” e portanto “este artigo representa um grave abuso do sistema de publicações científicas”. “A comunidade científica adota uma visão muito severa desta matéria e nós pedimos desculpas aos leitores do jornal por esse incidente”.









Preocupante...

Início do conteúdo

Transtornos mentais atingem 23 milhões de pessoas no Brasil

Política prioriza doenças graves, mas as mais comuns são depressão, ansiedade e transtornos de ajustamento

28 de junho de 2010 | 21h 11
Agência Brasil

BRASÍLIA - No Brasil, 23 milhões de pessoas (12% da população) necessitam de algum atendimento em saúde mental. Pelo menos 5 milhões de brasileiros (3% da população) sofrem com transtornos mentais graves e persistentes.

De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, apesar de a política de saúde mental priorizar as doenças mais graves, como esquizofrenia e transtorno bipolar, as mais comuns estão ligadas à depressão, ansiedade e a transtornos de ajustamento.

Em todo o mundo, mais de 400 milhões de pessoas são afetadas por distúrbios mentais ou comportamentais. Os problemas de saúde mentais ocupam cinco posições no ranking das dez principais causas de incapacidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Dados da OMS indicam que 62% dos países têm políticas de saúde mental, entre eles o Brasil. No ano passado, o País destinou R$ 1,4 bilhão em saúde mental.

Desde a aprovação da chamada Lei da Reforma Psiquiátrica (Lei nº 10.216/2001), os investimentos são principalmente direcionados a medidas que visam a tirar a loucura dos hospícios, com a substituição do atendimento em hospitais psiquiátricos (principalmente das internações) pelos serviços abertos e de base comunitária.

Em 2002, 75,24% do orçamento federal de saúde mental foram repassados a hospitais psiquiátricos, de um investimento total de R$ 619,2 milhões. Em 2009, o porcentual caiu para 32,4%. Uma das principais metas da reforma é a redução do número de leitos nessas instituições. Até agora, foram fechados 17,5 mil, mas ainda restam 35.426 leitos em hospitais psiquiátricos públicos ou privados em todo o país.

A implementação da rede substitutiva - com a criação dos centros de Atenção Psicossocial (Caps), das residências terapêuticas e a ampliação do número de leitos psiquiátricos em hospitais gerais - tem avançado, mas ainda convive com o antigo modelo manicomial, marcado pelas internações de longa permanência.

O País conta com 1.513 Caps, mas a distribuição ainda é desigual. O Amazonas, por exemplo, com 3 milhões de habitantes, tem apenas quatro centros. Dos 27 estados, só a Paraíba e Sergipe têm Caps suficientes para atender ao parâmetro de uma unidade para cada 100 mil habitantes.

As residências terapêuticas, segundo dados do Ministério da Saúde referentes a maio deste ano, ainda não foram implantadas em oito Estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Rondônia, Roraima e Tocantins.

No Pará, o serviço ainda não está disponível, mas duas unidades estão em fase de implantação. Em todo o Brasil, há 564 residências terapêuticas, que abrigam 3.062 moradores.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Academia Campinense de Letras.

AGENDA

03/07/10 | Medalha Samuel Lisman 2010

Local: ACLA- Rua Dr. Mascarenhas,412
Cidade: Campinas

Foi referendada a entrega da Medalha “Samuel Lisman 2010 – artes” ao Arcebispo Metropolitano, D Bruno Gamberini e a medalha “Samuel Lisman 2010 – letras” ao professor Roberto Romano.

A cerimônia dar-se-á no dia 3 de julho, às 15:30 horas, em nossa sede, com a participação do Coral da Cúria Metropolitana, para o que já estamos convidando acadêmicos e amigos.




segunda-feira, 28 de junho de 2010

O espanhol José Manuel Ballester retrata a arquitetura da cidade de São Paulo

© Foto de José Manuel Ballester. Edifício Copan. São Paulo.

A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta até o dia 22 de agosto de 2010, a exposição Fervor da Metrópole – Fotografias, de José Manuel Ballester. Pela primeira vez, serão exibidas 30 fotografias coloridas, realizadas nos últimos anos, que retratam os principais elementos da arquitetura da cidade de São Paulo. Com curadoria de Diógenes Moura, curador de fotografia da Pinacoteca do Estado de São Paulo e Juan Manuel Bonet, pesquisador e crítico de arte. José Emanuel Ballester (Madrid, Espanha, 1960), é formado em artes plásticas pela Universidade Complutense de Madri (Espanha) e, atualmente, é considerado um dos fotógrafos mais importantes da Espanha. Iniciou sua trajetória como pintor e gravurista, sua primeira exposição individual foi em 1987, no teatro Albéniz (Madri). Desde então, tem realizado diversas mostras com destaque para as do Museo Nacional Reina Sofía e do Instituto Valenciano de Arte Moderno, em Madri, ambas no ano de 2005. Sua obra integra importantes coleções como a Fundación la Caixa em Barcelona, o Museu de Arte de Miami (MAM), o Centro Contemporáneo da Cidade de Barcelona (CCCB), a Cisneros Fontanal Art Fundation, entre outros. Serviço: Fervor da Metrópole – Fotografias, de José Manuel Ballester. Pinacoteca do Estado – Praça da luz, 02 Tel. (11) 3324-1000. Aberta de terça a domingo, das 10h às 18h R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia). Exposição Grátis aos sábados. Em cartaz até o dia 22 de agosto de 2010.

domingo, 27 de junho de 2010

Pois é, Roque, pois é...


Elefante branco:

Significado: algo que não serve para nada.

Origem: Esta frase vem de um costume do antigo reino de Sião, situado na actual Tailândia, que consistia no gesto do rei de dar um elefante branco aos cortesãos que caíam em desgraça. Sendo um animal sagrado, não podia ser posto a trabalhar. Como presente do próprio rei, não podia ser vendido. Matá-lo, então, nem pensar. Não podendo também ser recusado, restava ao infeliz agraciado alimentá-lo, acomodá-lo e ajaezá-lo com luxo, sem nada obter de todos esses cuidados e despesas.